Plano de classificação

[Edital referente a denominação de vias públicas]Data(s):1924-10-17Nível de descrição:Documento simplesDimensão e suporte:Dimensão: 1 f. (512,3 x 230 mm)Suporte: PapelÂmbito e conteúdo:Edital onde a Comissão Executiva da Câmara informa dar execução às deliberações do Senado municipal na denominações de vias públicas: o largo da Paz passe a denominar-se largo Brotero; a rua Brotero passa a rua das Begónias (deliberação de 30 de maio de 1918). A travessa do Convento de Santa Ana passa a rua Câmara Pestana; rua do Convento de Santa Ana passa a rua do Instituto Bacteriológico, designadas na sessão de 21 de novembro de 1900 e deliberação de 19 de junho de 1918. O largo situado na rua D. Estefânia, entre a rua Ponta Delgada e a rua Cidade da Horta, assim como os números 1, 3, 61 a 67 passem a praça Ilha do Faial, deliberação de 24 de outubro de 1918. O bairro em construção na quinta das Marcelinas, na rua do Vale de Santo António passe a denominar-se bairro América e os respetivos arruamentos tenham as seguintes designações: o nº 1 rua Franklin; o nº 2 rua Washington; o nº 3 rua Ruy Barbosa; nº 4 rua Bolivar; nº 5 rua dos Corte Reais; nº 6 rua Fernão de Magalhães; nº 7 rua Álvaro Fagundes, deliberação de 25 de novembro de 1918. Que se denomine rua da leva da Morte, parte da rua Serpa Pinto. Calçada dos Sete Moinhos a via pública que do largo da Senhora de Santa Ana vai terminar na rua dos Sete Moinhos; a avenida do Livre Pensamento a nova artéria que parte do sítio Vale Escuro da Cruz da Pedra para a rua Morais Soares; a rua do Registo Civil, a parte da rua dos Anjos que liga o largo do Intendente à avenida Almirante Reis, deliberação de 24 de maio de 1920. Por escritura lavrada em 19 de junho de 1920, folha 93 verso do livro nº 111 das escrituras da câmara foi municipalizada a rua Garrido. O largo Camões passe a senominar-se largo D. João da Câmara, deliberação de 22 de junho de 1922. A rua de S. Sebastião das Taipas denomine-se rua das Taipas, deliberação de 16 de agosto de 1922. O beco do Monete passa a travessa da Madalena, que começa nas escadinhas de S. Cristôvão e termina na rua da Madalena; a travessa de S. Mamede passa a rua Luís Fernandes; a rua do Arco de Jesus passa a rua da Academia das Ciências; a rua paralela à rua Heliodoro Salgado, no bairro Lamosa passa a rua das Enfermeiras da Grande Guerra; a rua perpendicular à Penha de França passa a rua do Triângulo Vermelho, deliberação de 18 de agosto de 1922. A via pública que indevidamente partilha os nomes das ruas de S. Joaquim e da Arrábida passa a travessa da Arrábida; a rua de S. Jerónimo, freguesia de Belém passa a rua de S. Joaquim e o beco das Cabras passa a beco dos Loios. Conservação do largo de Jesus incluindo mais alguns edifícios. Conservação da travessa do Convento de Jesus e a rua Damasceno Monteiro. Incorporação dos nº 32 a 38 da rua Serpa Pinto no largo Diretório. Desnexados pela regularização de números de polícia os prédios da rua de Belém passando a constituir o largo Frei Heitor Pinto, e outros números para o largo dos Jerónimos, deliberação de 23 de agosto de 1922. O largo da Escola do Exército passa a largo do General Pereira de Eça, deliberação de 1 de setembro de 1922. a rua dos Sete Castelos passa a rua António Luís Inácio; a rua das Trinas do Mocambo passa a rua Sara de Matos; o Caminho do Forno de Tijolo a rua Angelina Vidal, deliberação de 4 de dezembro de 1922. A rua B, situada entre as ruas Morais Soares e Marques da Silva passa a rua Cavaleiro de Oliveira, deliberação de 30 de abril de 1923. Desanexação do prédio nº 1 da calçada do Monte para ser incorporado no largo do Monte e incluem vários prédios na rua do Poço dos Negros que faziam parte da rua da Esperança. Assinado: António Maria da Cunha Marques da Costa, presidente da Comissão Executiva da Câmara Municipal de Lisboa.Idioma(s):PortuguêsCota(s):AML-AH, Chancelaria da Cidade, Coleção de editais da Câmara Municipal de Lisboa, f. 253 e 253v.PT/AMLSB/CMLSBAH/CHC/001/0370/0203Arquivo:AHCódigo de referência:PT/AMLSB/CMLSBAH/CHC/011/022/0203