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[Consulta sobre o escrivão da casa do despacho da fruta]Data(s):1663-11-02Nível de descrição:Documento compostoDimensão e suporte:Dimensão: 2 f. (308 x 205 mm)Âmbito e conteúdo:Consulta camarária onde refere que as regateiras atravessaram toda a castanha e não a colocaram à venda, com a intenção de vender por um valor mais alto. Como houve queixas do povo sobre a falta deste género na ribeira, os oficiais foram às praias e encontraram barcos carregados com castanha. Os procuradores da cidade ordenaram ao escrivão da fruta, António de Miranda para um acordo com o escivão da castanha e esta ser repartida pelo povo. O escrivão recusou-se a tomar diligências. Por isso, solicitavam resolução régia para que este oficial fosse castigado. Despacho régio ordena a libertação do escrivão da casa da fruta e proceda como convem nesta matéria, tirando informação. Escrita em Lisboa. Presidente da câmara: o conde Vale de Reis. Vereadores: João Correia de Carvalho; Cristóvão de Melo Freire; Frutuoso de Campos Barreto. Procuradores da cidade: Miguel de Melo; António Pereira de Viveiros. Procuradores dos mesteres: António Pais; António Álvares; Manuel Coelho.Idioma(s):PortuguêsCota(s):AML-AH, Chancelaria Régia, Livro 2º de registo de consultas e decretos de D. Pedro II, doc. 444, f. 247 a 248PT/AMLSB/CMLSBAH/CHR/0101/0363Existência e localização de cópias:Reproduzido em suporte digital ao nível da unidade de instalação.Arquivo:AHCódigo de referência:PT/AMLSB/CMLSBAH/CHR/003/0002/0363